Enquanto a Colossus contrata a consultoria da Mincom Ellipse para a Gestão Empresarial de Ativos e o Planejamento de Recursos Empresariais a fim de otimizar a eficiência operacional durante a etapa exploratória do projeto em Serra Pelada, a sua parceira Coomigasp continua sem dar um único passo para modernizar a sua administração. A cooperativa ainda funciona como se não fosse parte de um grande negocio que irá se movimentar a partir de novembro de 2011 com a prospecção do ouro da mina de Serra Pelada.
Quem vai a Curionópolis ou mesmo em Serra Pelada se deparar com o alto contraste de diferenças entre a cooperativa e a sua parceira. A Colossus se modela em uma gestão administrativa com cara de empresa grande e organizada. Já a Coomigasp com seu velho barracão de tabuas caindo aos pedaços e o seu imobiliário deteriorado pelo tempo revela a falta de uma organização administrativa que possa oferecer uma solução que ajude a cooperativa no seu avanço para um desenvolvimento pleno e a cumprir com o seu objetivo de chegar a ser igual ou próximo a sua parceira Colossus.
E não é por falta de cobrança que ao longo do tempo as lideranças garimpeiras vem fazendo sobre essa necessidade da modernização administrativa da Coomigasp. Lamentavelmente a cooperativa continua sofrendo de miopia administrativa e ainda não se deu conta que precisa se modificar se quiser falar na mesma linguagem daqueles que já estão na estrada do mundo da mineração mecanizada sob pena de ser colocada para traz. Afinal, o bom negócio é aquele que tem o olho do dono.
O fato é que a diretoria da Coomigasp não se modela, não pede ajuda e nem dar bolas para as vozes que surgem da sua sociedade. Acham que estão certos. Na há uma estrutura orgânica e nem faz o que já deveria ter feito, contratando empresas especializadas para modernizar o seu processo de gestão. Ninguém sabe qual vai ser o ganho do garimpeiro na SPCDM e qual será a forma aplicada.Até agora não se tem conhecimento de algum estudo encomendado neste sentido.
Não há um acompanhamento abalizado por parte da cooperativa no que diz respeito aos relatórios referentes ao processo de sondagens geológicas que só poderá ser entendido por gente especializada na área. Ninguém sabe quanto temos e qual é o tamanho deposito mineral hoje existente já que o ultimo relatório de 52 toneladas data do ano passado. O diretor de produção, cuja função é fazer isso, com todo respeito ao companheiro Ze Raimundo, não tem conhecimento de causa.
Ninguém na Coomigasp tem algum conhecimento em auditoria que possa realmente saber com precisão qual é o capital social da cooperativa e se ele está de acordo com o quadro social da entidade. Houve aumento desse quadro, em quanto? e porque? São perguntas a espera de respostas. Com todo respeito ao companheiro advogado Jairo Leite, mas ele não tem nenhuma especialização em auditoria administrativa cuja área definitivamente não é a sua praia. Daí chegou a hora da sociedade começar a exigir de Gesse Simão mais eficiência no comando da cooperativa. O que todos esperam de um presidente é que ele seja mais administrador e que marque mais presença no cargo para o qual foi o escolhido.A Coomigasp definitivamente não pode continuar carregando uma penca de diretores ociosos e improdutivos.
POSTADO POR TONI DUARTE ÀS 14:54
Associação Dos Proprietários de barranco de Serra Pelada. CNPJ:04.000.912/0001-14 Curionópolis-PA Fundada em 20/8/2000
"Não existe corrente forte com elos fracos"
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
FALTA QUASE TUDO PARA QUE A COOMIGASP SE TORNE UMA GRANDE COOPERATIVA
Enquanto a Colossus contrata a consultoria da Mincom Ellipse para a Gestão Empresarial de Ativos e o Planejamento de Recursos Empresariais a fim de otimizar a eficiência operacional durante a etapa exploratória do projeto em Serra Pelada, a sua parceira Coomigasp continua sem dar um único passo para modernizar a sua administração. A cooperativa ainda funciona como se não fosse parte de um grande negocio que irá se movimentar a partir de novembro de 2011 com a prospecção do ouro da mina de Serra Pelada.
Quem vai a Curionópolis ou mesmo em Serra Pelada se deparar com o alto contraste de diferenças entre a cooperativa e a sua parceira. A Colossus se modela em uma gestão administrativa com cara de empresa grande e organizada. Já a Coomigasp com seu velho barracão de tabuas caindo aos pedaços e o seu imobiliário deteriorado pelo tempo revela a falta de uma organização administrativa que possa oferecer uma solução que ajude a cooperativa no seu avanço para um desenvolvimento pleno e a cumprir com o seu objetivo de chegar a ser igual ou próximo a sua parceira Colossus.
E não é por falta de cobrança que ao longo do tempo as lideranças garimpeiras vem fazendo sobre essa necessidade da modernização administrativa da Coomigasp. Lamentavelmente a cooperativa continua sofrendo de miopia administrativa e ainda não se deu conta que precisa se modificar se quiser falar na mesma linguagem daqueles que já estão na estrada do mundo da mineração mecanizada sob pena de ser colocada para traz. Afinal, o bom negócio é aquele que tem o olho do dono.
O fato é que a diretoria da Coomigasp não se modela, não pede ajuda e nem dar bolas para as vozes que surgem da sua sociedade. Acham que estão certos. Na há uma estrutura orgânica e nem faz o que já deveria ter feito, contratando empresas especializadas para modernizar o seu processo de gestão. Ninguém sabe qual vai ser o ganho do garimpeiro na SPCDM e qual será a forma aplicada.Até agora não se tem conhecimento de algum estudo encomendado neste sentido.
Não há um acompanhamento abalizado por parte da cooperativa no que diz respeito aos relatórios referentes ao processo de sondagens geológicas que só poderá ser entendido por gente especializada na área. Ninguém sabe quanto temos e qual é o tamanho deposito mineral hoje existente já que o ultimo relatório de 52 toneladas data do ano passado. O diretor de produção, cuja função é fazer isso, com todo respeito ao companheiro Ze Raimundo, não tem conhecimento de causa.
Ninguém na Coomigasp tem algum conhecimento em auditoria que possa realmente saber com precisão qual é o capital social da cooperativa e se ele está de acordo com o quadro social da entidade. Houve aumento desse quadro, em quanto? e porque? São perguntas a espera de respostas. Com todo respeito ao companheiro advogado Jairo Leite, mas ele não tem nenhuma especialização em auditoria administrativa cuja área definitivamente não é a sua praia. Daí chegou a hora da sociedade começar a exigir de Gesse Simão mais eficiência no comando da cooperativa. O que todos esperam de um presidente é que ele seja mais administrador e que marque mais presença no cargo para o qual foi o escolhido.A Coomigasp definitivamente não pode continuar carregando uma penca de diretores ociosos e improdutivos.
POSTADO POR TONI DUARTE ÀS 14:54
Quem vai a Curionópolis ou mesmo em Serra Pelada se deparar com o alto contraste de diferenças entre a cooperativa e a sua parceira. A Colossus se modela em uma gestão administrativa com cara de empresa grande e organizada. Já a Coomigasp com seu velho barracão de tabuas caindo aos pedaços e o seu imobiliário deteriorado pelo tempo revela a falta de uma organização administrativa que possa oferecer uma solução que ajude a cooperativa no seu avanço para um desenvolvimento pleno e a cumprir com o seu objetivo de chegar a ser igual ou próximo a sua parceira Colossus.
E não é por falta de cobrança que ao longo do tempo as lideranças garimpeiras vem fazendo sobre essa necessidade da modernização administrativa da Coomigasp. Lamentavelmente a cooperativa continua sofrendo de miopia administrativa e ainda não se deu conta que precisa se modificar se quiser falar na mesma linguagem daqueles que já estão na estrada do mundo da mineração mecanizada sob pena de ser colocada para traz. Afinal, o bom negócio é aquele que tem o olho do dono.
O fato é que a diretoria da Coomigasp não se modela, não pede ajuda e nem dar bolas para as vozes que surgem da sua sociedade. Acham que estão certos. Na há uma estrutura orgânica e nem faz o que já deveria ter feito, contratando empresas especializadas para modernizar o seu processo de gestão. Ninguém sabe qual vai ser o ganho do garimpeiro na SPCDM e qual será a forma aplicada.Até agora não se tem conhecimento de algum estudo encomendado neste sentido.
Não há um acompanhamento abalizado por parte da cooperativa no que diz respeito aos relatórios referentes ao processo de sondagens geológicas que só poderá ser entendido por gente especializada na área. Ninguém sabe quanto temos e qual é o tamanho deposito mineral hoje existente já que o ultimo relatório de 52 toneladas data do ano passado. O diretor de produção, cuja função é fazer isso, com todo respeito ao companheiro Ze Raimundo, não tem conhecimento de causa.
Ninguém na Coomigasp tem algum conhecimento em auditoria que possa realmente saber com precisão qual é o capital social da cooperativa e se ele está de acordo com o quadro social da entidade. Houve aumento desse quadro, em quanto? e porque? São perguntas a espera de respostas. Com todo respeito ao companheiro advogado Jairo Leite, mas ele não tem nenhuma especialização em auditoria administrativa cuja área definitivamente não é a sua praia. Daí chegou a hora da sociedade começar a exigir de Gesse Simão mais eficiência no comando da cooperativa. O que todos esperam de um presidente é que ele seja mais administrador e que marque mais presença no cargo para o qual foi o escolhido.A Coomigasp definitivamente não pode continuar carregando uma penca de diretores ociosos e improdutivos.
POSTADO POR TONI DUARTE ÀS 14:54
MINA DE SERRA PELADA IMPRESSIONA CORRESPONDENTES INTERNACIONAIS
09 Out 2010
Roberto Cattani, presidente da ANSA - Associação dos Correspondentes Estrangeiros no Brasil, bem como todos os componentes da caravana, composta por Thomas Milz (ARD - Alemanha), Katia Bortoluzzi (La Stampa - Itália), Alexandre Rocha (Brazil-Arab News Agency - ANBA), Ricardo Panessa (Auto Bild/La Tercera - Chile), ficaram impressionados com o que viram em Serra Pelada. Cattani contou que visitou o local ainda em 1989 quando a realidade era outra totalmente diferente.
A viagem, segundo ele, tem como objetivo trazer os correspondentes estrangeiros a conhecerem os lugares mais jornalisticamente quentes da Amazônia. “Até aqui fizemos pouco mais de mil quilômetros do trecho a ser percorrido, que é de aproximadamente seis mil. Estamos procurando ver de perto aquilo que só conhecemos pelas notícias”, afirmou Cattani, enfatizando que no trajeto tem encontrado pessoas e visto a situação de perto, além de conhecer vários pontos da Amazônia e citou, entre eles, a mina de Carajás, as siderúrgicas de Marabá, as instalações da Hidrelétrica de Belo Monte em Anapú, a transamazônica no trajeto Marabá a Itaituba. Já em Mato Grosso visitarão os garimpos de Novo Progresso e em Alta Floresta uma reserva particular, uma das mais importantes do Brasil.
Da mina de Serra Pelada, a primeira mina subterrânea em construção no Pará, onde passaram toda a tarde desta quinta-feira, 07, levarão informações dos trabalhos socioambientais que a parceria Colossus e Coomigasp está realizando no município de Curionópolis, que sedia o projeto em implantação. A Colossus acompanhou a visita e explicou o andamento da obra que já conta com os primeiros 42,5 metros de túnel perfurado.
A obra terá seu ritmo acelerado com a chegada de duas máquinas de mineração contínua Road Headers, mais conhecidas como “tatus”, (um equipamento avaliado em pelo menos $ 1,8 milhoes (um milhão e oitocentos mil dólares) que chegam a perfurar diariamente de 12 a 20 metros de galerias de 30m².
O coração da mina será alcançado a cerca de 400 metros de profundidade e praticamente por baixo da antiga cava do garimpo que tinha exploração manual na década de 80, mas a exploração mineral poderá se iniciar em uma profundidade de 180 metros. A previsão de atingir esta profundidade será por volta do mês de setembro do próximo ano, 2011.
Tudo foi observado pelos jornalistas que não deixaram passar despercebido o quesito segurança que também foi explicado como prioridade. As paredes do túnel estão todas seguras com o procedimento necessário que garante tanto a segurança dos empregados quanto o rendimento dos trabalhos.
Para a Parceria, é o nível de certeza que define o custo de um projeto, e a mina de Serra Pelada tem um custo médio de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) o metro de extensão do túnel, custo que pode aumentar de acordo com as condições do subsolo.
Fonte: Agência Bateia
Roberto Cattani, presidente da ANSA - Associação dos Correspondentes Estrangeiros no Brasil, bem como todos os componentes da caravana, composta por Thomas Milz (ARD - Alemanha), Katia Bortoluzzi (La Stampa - Itália), Alexandre Rocha (Brazil-Arab News Agency - ANBA), Ricardo Panessa (Auto Bild/La Tercera - Chile), ficaram impressionados com o que viram em Serra Pelada. Cattani contou que visitou o local ainda em 1989 quando a realidade era outra totalmente diferente.
A viagem, segundo ele, tem como objetivo trazer os correspondentes estrangeiros a conhecerem os lugares mais jornalisticamente quentes da Amazônia. “Até aqui fizemos pouco mais de mil quilômetros do trecho a ser percorrido, que é de aproximadamente seis mil. Estamos procurando ver de perto aquilo que só conhecemos pelas notícias”, afirmou Cattani, enfatizando que no trajeto tem encontrado pessoas e visto a situação de perto, além de conhecer vários pontos da Amazônia e citou, entre eles, a mina de Carajás, as siderúrgicas de Marabá, as instalações da Hidrelétrica de Belo Monte em Anapú, a transamazônica no trajeto Marabá a Itaituba. Já em Mato Grosso visitarão os garimpos de Novo Progresso e em Alta Floresta uma reserva particular, uma das mais importantes do Brasil.
Da mina de Serra Pelada, a primeira mina subterrânea em construção no Pará, onde passaram toda a tarde desta quinta-feira, 07, levarão informações dos trabalhos socioambientais que a parceria Colossus e Coomigasp está realizando no município de Curionópolis, que sedia o projeto em implantação. A Colossus acompanhou a visita e explicou o andamento da obra que já conta com os primeiros 42,5 metros de túnel perfurado.
A obra terá seu ritmo acelerado com a chegada de duas máquinas de mineração contínua Road Headers, mais conhecidas como “tatus”, (um equipamento avaliado em pelo menos $ 1,8 milhoes (um milhão e oitocentos mil dólares) que chegam a perfurar diariamente de 12 a 20 metros de galerias de 30m².
O coração da mina será alcançado a cerca de 400 metros de profundidade e praticamente por baixo da antiga cava do garimpo que tinha exploração manual na década de 80, mas a exploração mineral poderá se iniciar em uma profundidade de 180 metros. A previsão de atingir esta profundidade será por volta do mês de setembro do próximo ano, 2011.
Tudo foi observado pelos jornalistas que não deixaram passar despercebido o quesito segurança que também foi explicado como prioridade. As paredes do túnel estão todas seguras com o procedimento necessário que garante tanto a segurança dos empregados quanto o rendimento dos trabalhos.
Para a Parceria, é o nível de certeza que define o custo de um projeto, e a mina de Serra Pelada tem um custo médio de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) o metro de extensão do túnel, custo que pode aumentar de acordo com as condições do subsolo.
Fonte: Agência Bateia
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Maçonaria Carbonária exige a renúncia de Lula
Abaixo transcrevo, com a devida autorização e mesmo recomendação, a Nota Oficial emitida pelo B.’.Pr.’. Walmir Ferreira Battu, Grão Mestre Geral da Alta Venda – Grande Loja Carbonária do Brasil
“Grande Loja Carbonária do Brasil
Diante dos fatos incontestáveis, verificados como gravíssimos na gestão do Sr. Presidente Luiz Inácio da Silva - O Lula, e a sua agremiação política "PARTIDO DOS TRABALHADORES" – o PT, como também, diante dos crimes de lesa pátria, alta traição à soberania do Brasil, prevaricação e peculato, praticado por partidários do Governo Federal, e ainda, como bem destaca a matéria infra reproduzida, de autoria da Sra. Marli Nogueira, bem como, entre tantos outros disparates que põe em risco a democracia e a governabilidade do Brasil, a GRANDE LOJA CARBONÁRIA DO BRASIL, através de sua Alta Venda, vem de público manifestar diante da Nação Brasileira e de todo o Povo Maçônico, o seu veemente REPÚDIO ao presente estado de coisas, e, EXIGIR A RENÚNCIA DO SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA, incontinentemente e de toda a sua assessoria ministerial e parlamentar, além de, ainda, a prisão de todos os envolvidos nos escândalos manifestados diariamente em todo o país, pela gatunagem desmedida dos indigitados.
Tal exigência, dá-se com fundamento na Carta Magna de 1988, e por ter o presente Governo, caído no descrédito popular, reconhecidamente partícipe de falcatruas e desmandos, falsidade ideológica, estelionato, desvio de verbas públicas e locupletação do patrimônio nacional.
Em nome da honra e da dignidade, da segurança nacional e da democracia; em nome dos nossos IIr.´.e Heróis Giuseppe Garibaldi, Luigi Rosseti, Tito Livio Zambeccare, Bento Gonçalves, Joaquim do Ledo, Tiradentes, José Bonifácio, Duque de Caxias, Rui Barbosa, Tancredo Neves e Mário Covas, é que a Maçonaria Carbonária, sente-se no dever de declarar tal exigência.
Dado e traçado no Or.´. da Maçonaria Florestal, em algum lugar onde emana Forte Luz, Terrível aos Perjuros e traidores, aos 09 Sóis da Sétima Lua, do ano da graça de N.´.Sr.´. Bom Primo Jesus Cristo, de 2005 -E.´.C.´.
B.´.Pr.´. Walmir Ferreira Battu - 33º do R.’.E.’.A.’.A.’.
Grão Mestre Geral da Alta Venda
Grande Loja Carbonária do Brasil”
Lázaro Curvêlo Chaves – 11/11/2005
“Grande Loja Carbonária do Brasil
Diante dos fatos incontestáveis, verificados como gravíssimos na gestão do Sr. Presidente Luiz Inácio da Silva - O Lula, e a sua agremiação política "PARTIDO DOS TRABALHADORES" – o PT, como também, diante dos crimes de lesa pátria, alta traição à soberania do Brasil, prevaricação e peculato, praticado por partidários do Governo Federal, e ainda, como bem destaca a matéria infra reproduzida, de autoria da Sra. Marli Nogueira, bem como, entre tantos outros disparates que põe em risco a democracia e a governabilidade do Brasil, a GRANDE LOJA CARBONÁRIA DO BRASIL, através de sua Alta Venda, vem de público manifestar diante da Nação Brasileira e de todo o Povo Maçônico, o seu veemente REPÚDIO ao presente estado de coisas, e, EXIGIR A RENÚNCIA DO SR. PRESIDENTE DA REPÚBLICA, incontinentemente e de toda a sua assessoria ministerial e parlamentar, além de, ainda, a prisão de todos os envolvidos nos escândalos manifestados diariamente em todo o país, pela gatunagem desmedida dos indigitados.
Tal exigência, dá-se com fundamento na Carta Magna de 1988, e por ter o presente Governo, caído no descrédito popular, reconhecidamente partícipe de falcatruas e desmandos, falsidade ideológica, estelionato, desvio de verbas públicas e locupletação do patrimônio nacional.
Em nome da honra e da dignidade, da segurança nacional e da democracia; em nome dos nossos IIr.´.e Heróis Giuseppe Garibaldi, Luigi Rosseti, Tito Livio Zambeccare, Bento Gonçalves, Joaquim do Ledo, Tiradentes, José Bonifácio, Duque de Caxias, Rui Barbosa, Tancredo Neves e Mário Covas, é que a Maçonaria Carbonária, sente-se no dever de declarar tal exigência.
Dado e traçado no Or.´. da Maçonaria Florestal, em algum lugar onde emana Forte Luz, Terrível aos Perjuros e traidores, aos 09 Sóis da Sétima Lua, do ano da graça de N.´.Sr.´. Bom Primo Jesus Cristo, de 2005 -E.´.C.´.
B.´.Pr.´. Walmir Ferreira Battu - 33º do R.’.E.’.A.’.A.’.
Grão Mestre Geral da Alta Venda
Grande Loja Carbonária do Brasil”
Lázaro Curvêlo Chaves – 11/11/2005
Enquanto isso, no Brasil...
Lula da Silva foi um importante líder trabalhista em fins da década de 70. Em 1989 era quiçá uma alternativa interessante de poder no Brasil. “Não por ele, que sequer educação formal tem”, dizíamos em campanhas, “mas pelas pessoas de quem se cerca e que seguramente serão seus ministros”. Sem mencionar a plêiade de grandes intelectuais humanistas que o cercavam, para não ferir susceptibilidades, chega ao poder um Lula famoso pela bebedeira, pelo analfabetismo e pelo incentivo à corrupção, rompendo – em pelo menos um caso por telefone – com os grandes intelectuais que o cercavam e loteando o poder entre os fascínoras de sempre. Apodrecendo moralmente, a evolução patrimonial da família e dos amigos de Lula da Silva é impressionante. Lula da Silva é hoje um dos homens mais ricos de um dos países com maior pobreza no mundo: dono da maior rede de comunicações telefônicas privadas do Hemisfério Sul, com ramificações na Internet e diversificando-se em latifundiário Lula da Silva segue falando aos pobres o que os pobres gostam de ouvir enquanto governa com e para os ricos que o elegeram.
Mais sobre Lula da Silva aqui
E em Israel?
Menos de 1/10 do valor gasto em bombas, mísseis e tanques para matar mulheres, velhos e crianças em Gaza seria suficiente para criar um Estado Palestino e assegurar a Paz no Oriente Médio. Mas isso não interessa aos líderes políticos de turno que, de olho nas próximas eleições, optam por um gesto “de força”. Assim, para favorecer uma meia-dúzia de líderes políticos venais e corruptos, uma das Forças Armadas mais poderosas do mundo, com o apoio irrestrito de seu maior aliado, o país mais rico do mundo, já mataram quase mil muçulmanos na Palestina. Em sua maioria mulheres e crianças. O fim desta loucura é absolutamente imprevisível.
Lázaro Curvêlo Chaves – 09/01/2009
Mais sobre Lula da Silva aqui
E em Israel?
Menos de 1/10 do valor gasto em bombas, mísseis e tanques para matar mulheres, velhos e crianças em Gaza seria suficiente para criar um Estado Palestino e assegurar a Paz no Oriente Médio. Mas isso não interessa aos líderes políticos de turno que, de olho nas próximas eleições, optam por um gesto “de força”. Assim, para favorecer uma meia-dúzia de líderes políticos venais e corruptos, uma das Forças Armadas mais poderosas do mundo, com o apoio irrestrito de seu maior aliado, o país mais rico do mundo, já mataram quase mil muçulmanos na Palestina. Em sua maioria mulheres e crianças. O fim desta loucura é absolutamente imprevisível.
Lázaro Curvêlo Chaves – 09/01/2009
domingo, 26 de setembro de 2010
No gabinete de Lobão
O jornalista Toni Duarte tem ainda hoje uma sala e telefone no gabinete do senador Lobão Filho, e lá trabalha desde o mandato do atual ministro Edison Lobão. Segundo uma das funcionárias do gabinete, Duarte “é a parte mais de jornalismo (…), ele é envolvido com o pessoal dos garimpeiros (…), ele é assessor, mas cuida mais dessa parte de televisão do senador”.
No início de 2009, Lobão Filho declarou seu apoio a Gessé Simão para a sucessão da Coomigasp: “ele tem
preparo intelectual e moral para conduzir a cooperativa, além de ser um grande líder”, afirmou ao blog da
Agasp. Nosso jornal ainda não conseguiu falar com o senador, e foi informado pelo gabinete que Toni Duarte
está viajando. (JCC)
No início de 2009, Lobão Filho declarou seu apoio a Gessé Simão para a sucessão da Coomigasp: “ele tem
preparo intelectual e moral para conduzir a cooperativa, além de ser um grande líder”, afirmou ao blog da
Agasp. Nosso jornal ainda não conseguiu falar com o senador, e foi informado pelo gabinete que Toni Duarte
está viajando. (JCC)
Discurso afinado
Em 8 de fevereiro de 2009, Duarte relata a reunião da nova diretoria “eleita” para a Coomigasp com o Ministro: “O presidente eleito da Coomigasp, Gessé Simão, no encontro que terminou ainda pouco no Ministério de Minas e Energia, conseguiu do Ministro Edison Lobão a garantia de liberar o tão sonhado
alvará de lavra em cinco minutos, desde de que a cooperativa conclua logo as pesquisas geológicas. Gessé também disse que a sua gestão fará de tudo para concluir o processo de sondagens que foi duramente interrompido por mais de sete meses. Ele pediu ajuda ao ministro para que seja retirado da área dos 100 hectares um grupo de sem-terra que vem causando problema para a cooperativa dos garimpeiros. Entendimento neste sentido será feito pelo ministro Lobão diretamente com o ministro da Secretaria-geral da Presidência da República, Luiz Dulci. A questão da conta paládio também foi debatida. O ministro disse que até agora não havia sido resolvida essa questão por indefinição jurídica da diretoria da cooperativa. Mas que agora tudo estava na legalidade e que a Caixa Econômica não tem nenhuma razão para não devolver aquilo que é dos garimpeiros. Ele falou que apenas tem que se tomar muito cuidado para que esse dinheiro não vá parar nas mãos de alguns que entraram na justiça com olho nessa quantia. O ministro parabenizou Gessé Simão pela grande vitória obtida nas ultima eleições”.
No dia seguinte, 9 de fevereiro, Toni Duarte posta um vídeo do próprio senador Edison Lobão declarando: “eu estou agora na esperança de que todas aquelas dificuldades que nós tivemos que enfrentar no passado tenham desaparecido com a eleição de Gessé e seus companheiros para a presidência da Cooperativa de Serra Pelada (...) Sobre a questão do paládio [conta na CEF, com recursos de sobras históricas do garimpo], até hoje não se resolveu por conta exatamente desta indefinição na direção da cooperativa da Serra Pelada, a indefinição que agora desaparece com a eleição da nova diretoria e a maneira como ela foi feita. Creio que a Caixa Econômica não terá mais razões para não liberar os recursos dos garimpeiros”.
alvará de lavra em cinco minutos, desde de que a cooperativa conclua logo as pesquisas geológicas. Gessé também disse que a sua gestão fará de tudo para concluir o processo de sondagens que foi duramente interrompido por mais de sete meses. Ele pediu ajuda ao ministro para que seja retirado da área dos 100 hectares um grupo de sem-terra que vem causando problema para a cooperativa dos garimpeiros. Entendimento neste sentido será feito pelo ministro Lobão diretamente com o ministro da Secretaria-geral da Presidência da República, Luiz Dulci. A questão da conta paládio também foi debatida. O ministro disse que até agora não havia sido resolvida essa questão por indefinição jurídica da diretoria da cooperativa. Mas que agora tudo estava na legalidade e que a Caixa Econômica não tem nenhuma razão para não devolver aquilo que é dos garimpeiros. Ele falou que apenas tem que se tomar muito cuidado para que esse dinheiro não vá parar nas mãos de alguns que entraram na justiça com olho nessa quantia. O ministro parabenizou Gessé Simão pela grande vitória obtida nas ultima eleições”.
No dia seguinte, 9 de fevereiro, Toni Duarte posta um vídeo do próprio senador Edison Lobão declarando: “eu estou agora na esperança de que todas aquelas dificuldades que nós tivemos que enfrentar no passado tenham desaparecido com a eleição de Gessé e seus companheiros para a presidência da Cooperativa de Serra Pelada (...) Sobre a questão do paládio [conta na CEF, com recursos de sobras históricas do garimpo], até hoje não se resolveu por conta exatamente desta indefinição na direção da cooperativa da Serra Pelada, a indefinição que agora desaparece com a eleição da nova diretoria e a maneira como ela foi feita. Creio que a Caixa Econômica não terá mais razões para não liberar os recursos dos garimpeiros”.
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