"Não existe corrente forte com elos fracos"

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Garimpeiros de Serra Pelada não acreditam mais na parceria com empresa canadense

clima de insatisfação em Serra Pelada continua. Garimpeiros se dizem ofendidos com a postura da empresa canadense, Colossus, responsável pela implantação do projeto de mineração. A falta de transparência na gestão do contrato e a má postura da cooperativa que os representa, a Coomigasp, fazem parte da enorme lista apresentada por eles.
“Estão tomando o que é nosso”, desabafou Antonio Benício, popular Ceará, garimpeiro de 84 anos de idade, e mora ali há mais de 30 anos.
Ele diz que os velhos garimpeiros estão na pior tristeza e explica que resiste ali todo este tempo em um casebre sem a mínima qualidade de vida sobre a mina mais rica do mundo e precisa ter direito. “Tudo o que eu tinha gastei aqui neste garimpo, e hoje espero a recompensa”, desabafa Ceará, que perguntado se acredita que agora os garimpeiros vão de fato receber sua parte diz: “Estão comendo tudo o que é nosso por aí, mas Deus é um bom pai e quem sabe não surge alguém para advogar nossa causa. Para mim a Colososus não está com nada, não adiantou esta parceria. Não tenho nenhuma esperança! Dependendo dela ou da Vale”. Ele diz ter ouvido de um gerente da Vale que os antigos garimpeiros vão sair sem direito algum.
Outro garimpeiro ouvido, Raimundo Alves Feitosa, explica que os 100 hectares que os garimpeiros pensam ser destinados aos filiados à Coomigasp foram vendidos há quase dois anos atrás por R$ 200 milhões e deste valor já foram pagos R$ 80 milhões; valor rateado, segundo Raimundo Alves, entre diretores da Cooperativa, Valdé, Jessé Simão, o advogado da entidade, Jairo, o então prefeito de Curionópolis, Sebastião Curió, entre outros nomes influentes na “luta” pelo garimpeiro.
Motivo que levou os garimpeiros a pedir a retirada das máquinas que trabalhavam na instalação do projeto. As máquinas foram retiradas, os trabalhos de sondagem foram parados recentemente e retomado por força policial e não judicial.
Segundo Raimundo esta afirmação foi feita recentemente por um diretor da Colossus, de prenome Daci, que se sentindo pressionado em uma reunião com os garimpeiros deu esta informação concluindo que os garimpeiros não têm mais nada ali.
José Mariano dos Santos, o conhecido Índio, garimpeiro com longo histórico de bamburros, explicou sobre os percentuais que devem ser repassados para os garimpeiros de Serra Pelada. Para ele o que está acontecendo é uma falta de esclarecimentos entre Coomigasp e garimpeiros. “A Colossus deveria chamar os dirigentes, como Jessé Simão e Jairo, e dar um acocho neles, pois eles estão fazendo tudo por baixo dos panos; a mineradora está investindo no garimpo e neles, e estes, os diretores da Cooperativa, agem de má fé com os associados”, orienta Índio, sugerindo a realização de uma assembléia para esclarecer todos os pontos do contrato e acordo, detalhes que, segundo ele, o garimpeiro não tem conhecimento algum.
Perguntado se há alguma irregularidade no contrato Índio afirma que sim e diz que a cooperativa conta com aproximadamente 43 mil associados o que torna fácil para que a entidade iluda os, maioria, de pouca informação cultural. “A Colossus está errada por fornecer o dinheiro para a entidade sem esclarecer aos sócios através de assembléias”, pede Índio.
Quanto ao percentual de participação dos garimpeiros, que caiu de 49% para 25%, ele diz que as perdas não param por aí, pois os documentos deixam claro que outras fatias ainda serão tiradas da parte dos associados. Índio confirma o que disse Raimundo Alves sobre a venda da área: “O próprio Dr. Daci esclareceu em reunião, quando foi pedida a paralisação das obras de instalação do projeto, que tudo o que é nosso já foi vendido e parcialmente pago”.
Para Índio “a Coomigasp é uma entidade que usa o nome do garimpeiro para benefício próprio e nenhum dos mais de 15 presidentes, que esteve em seu comando, trouxe benefício para a classe ou a comunidade. Para a Coomigasp o sócio é descartável”. Sobre a seqüência da parceria Coomigasp & Colossus ele diz que dá pra acertar o passo e rever pequenos detalhes. Índio alerta para que haja informações verídicas, pois, segundo ele, os boatos são muitos e alvoroçam o povo que não tem resposta concreta de nenhum dos responsáveis.
Etevaldo Arantes, membro do Movimento dos Garimpeiros e Trabalhadores em Mineração (MTM), diz que a mina de Serra Pelada só funcionará de forma correta se beneficiar o garimpeiro. “Desde que foi feita esta parceria com a Colossus que a maioria, principalmente os moradores de Serra Pelada, tem demonstrado insatisfação com o percentual que será recebido pelos garimpeiros”, afirma Etevaldo, justificando que a perca dos percentuais majoritário tirou dos associados da Coomigasp o direito à decisão.
Etevaldo lembra que quando feita a proposta de 49% era ela livre e a Colossus ainda lavaria a montoeira repassando 100% para os garimpeiros. Ele explica que o problema do contrato foi que neste reza que a Coomigasp investiria valores iguais a Colossus e como a mineradora investiu mais R$ 12 milhões adquiriu outros 24% do percentual que seria dos garimpeiros. “Isto significa que quando ela investir mais adquirirá mais percentuais. Isto é um processo diluitivo do patrimônio dos garimpeiros”, diz Etevaldo.
Ele acha curioso é que em oito anos a Colossus retirará 33 toneladas de ouro usando toda tecnologia disponível e usando apenas pás e picaretas os garimpeiros retiraram e venderam oficialmente 43 toneladas. E compara o que está acontecendo em Serra Pelada com o que aconteceu na África do Sul, quando os holandeses tomaram o ouro e os ingleses os diamantes do povo dali na época da colonização. Outro fato ilustrado por ele é o apartheid, criado pelo fato de que a Colossus tenha contratado estrategicamente os filhos dos garimpeiros, de adolescentes a jovens, em um período de apenas 60 a 90 dias e assim eles batem de frente com os sonhos dos pais e familiares. “A necessidade do filho, neste momento, bate de frente com a luta e os anseios dos pais. Isto cria uma situação de apartheid nas famílias”, lamenta Etevaldo, dando conta de que por R$ 900 por mês, sem carteira assinada, várias pessoas, maioria menor de idade, está a disposição para aplaudir os diretores da cooperativa e autoridades políticas quando estes, raramente, aparecem no distrito de Serra Pelada.
“Não tem como torcer a favor desta parceria Colossus & Coomigasp, pois isto é altamente pernicioso e prejudicial aos garimpeiros que moram aqui”, conclui Etevaldo.
Profundo conhecedor da causa, o advogado Rodrigo Maia Ribeiro, diz que as irregularidades no contrato são inúmeras e cita as principais. “Para isto temos que voltar em 2007 quando se contratou a empresa Colossus, quando já existia um contrato aprovado pelo garimpeiro entre a Coomigasp e uma empresa Fênix”, começa Rodrigo, que enumera: Fazer uma assembléia para desconstituir contratos anteriores, discutir os precatórios, trazer a população para o quadro social da cooperativa.
“Nada do acordado foi cumprido e isto já deixou muita gente com o pé atrás”, conclui Rodrigo, que lamenta o fato de que o contrato ora aprovado foi todo decidido por garimpeiros que não moram em Serra Pelada e trazidos para a assembléia votaram sem terem o menor conhecimento da situação. Ele garante que os garimpeiros que moram em Serra Pelada não têm culpa do que está acontecendo, pois a estes nada foi esclarecido. Ele assegura ainda que o contrato anterior, firmado entre Coomigasp & Fênix, não foi se quer destituído.
Tony Duarte, da Associação Brasileira dos Garimpeiros de Serra Pelada e Brasil (AGASP BRASIL), publicou no site da entidade:
“Desde o sete de maio para cá não está havendo clareza sobre como vai ser esse segundo momento da parceria Coomigasp & Colossus. Celaro não fala com ninguém. Aí o bicho pega. A comunidade garimpeira está aérea sobre pontos importantes que já deveriam ter sido informados e esclarecidos. Como fazer uma assembléia se as coisas não estão claras?
Tudo isso faz com que as entidades garimpeiras que sempre apoiaram a urgente implantação da mina de Serra Pelada, comecem a desacelerar com a mesma responsabilidade o mesmo processo. As entidades vão alem: solicitam de Gessé Simão, presidente da Coomigasp, prudência, cautela e pé no freio até que tudo volte a ser uma parceria segura, respeitosa e sem riscos”.

Se ficar acertado em 150 ton. de Au, é tudo que a colosus quer, basiado na pesquisa do Dr fucio murakami, isto é menos de 2% do total que existe .

Que ainda existe ouro em quantidade em Serra pelada poucos duvidam e até mesmo a geologia parece ter certeza "analisando alguns perfis de sondagem executadas em serra pelada ,diz Muracami-verificamos que abaixo da cota 190(nível do mar)apresenta teores excepcionais,variando de 291,20 até 30.189,60 gramas de tonelada.O ouro de cava poderá apresentar reservas superiores a 200 toneladas,considerando apenas 20 metros abaixo dessa cota.Isto é apenas 2% de toda a riqueza de serra pelada que, baseadas em reservas geológicas ,poderia a sua jazida ultrapassar 10.000 toneladas,sem exagero,estimativa sem considerar o paládio, a prata e a platina."

São três os tipos de ouro caracterizados,segundo Murakami:o amarelo,com 1% a 2%de paládio ;o "fino",com 6% a 7%; e o "ouro bombril",com (5 a 10% de paládio.Também ocorrem concentrações de paládio isoladamente e contaminações de prata,platina,cobre e ferro.As maiores concentrações desse ouro encontram-se numa brecha tectônica da chamada Zona de Carneira da Sinclinal,que se prolonga em profundidade ,com a linha axial de seis quilômetros,linha de eixo de 8Km atingindo profundidades superiores a 4,6 mil metros.Os outros locais de concentração são as zonas de fraturas,dobras e falhas geológicas ,segundo Fucio Murakami.

SIGESP-sindicato dos geólogos do estado de São Paulo -Dr. Fucio Murakami o profisional que afirma que Serra Pelada tem mais de 10.000 ton. de ouro.

DIRETORIA COLEGIADA

Antonio Alberto Miranda
Duilio Rondinelli
Eduardo Gazzoli Longo
Fernando Machado Alves
Fucio Murakami
Jose Luis Albuquerque Filho
Marcio José Remedio
Maria Cristina de Moraes
Renata A.Rocha N.de Oliveira
Ronaldo Malheiros Figueira


DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente: Marcio José Remedio
Secretário: Renata A.Rocha N.de Oliveira
Tesoureiro: Duilio Rondinelli


CONSELHO FISCAL

Maria Cristina de Moraes
Fucio Murakami
José Luiz Albuquerque Filho

domingo, 22 de agosto de 2010

Ministério viu 'vícios', mas deu aval em Serra Pelada

Mesmo admitindo supostos "vícios" e "irregularidades" no processo de reabertura de Serra Pelada, o Ministério de Minas e Energia concedeu a lavra de exploração de ouro do garimpo a grupo de aliados do senador Edison Lobão (PMDB-MA). A reportagem teve acesso a cópia de um documento, assinado pelo ministro Márcio Zimmermann em 4 de maio, três dias antes da divulgação da portaria de licença, em que a pasta admite ter recebido denúncias apontando problemas. Embora feito com anuência do ministério, a pasta tentou manter o sigilo do documento.

Trata-se de um termo de compromisso, de cinco páginas, supervisionado e fechado por Zimmerman e pelo diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Miguel Cedraz, com dirigentes da Colossus Geologia e Participações Ltda., braço no Brasil da canadense Colossus Minerals Inc. e da Cooperativa Mineral dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), que firmaram parceria para explorar ouro, paládio e platina. O termo de compromisso menciona "vícios" e "irregularidades", mas não dá detalhes dos problemas.

O termo de ajuste foi exigido pelo Planalto, que considerou prejudicial aos garimpeiros o acordo que dava à Colossus 75% da participação acionária da empresa criada com a Coomigasp para explorar uma jazida subterrânea - a Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral. Os garimpeiros ficavam literalmente com a "lama" do garimpo. O ouro primário poderia ficar quase todo com a Colossus.
Zimmermann, que já admitiu publicamente pressão de Lobão para acelerar o processo de reabertura da mina, ignorou as queixas do Planalto e fechou o termo de compromisso com a manutenção do porcentual de 75% para a Colossus. O ministério só estabeleceu que os 25% da cooperativa não poderiam ser reduzidos.

No domingo, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que Lobão e aliados montaram um esquema para ter o domínio na retomada da exploração do ouro na região sul do Pará por meio de empresas - algumas de fachada - abertas no Brasil e no Canadá. Vídeos mostram que os garimpeiros chamam Lobão - que foi ministro entre 2008 e 2010 - de "patrão". "É uma expressão carinhosa", justificou o senador.

No domingo (25) e nessa segunda-feira (26), o jornal O Estado de S. Paulo divulgou que o processo de reabertura do garimpo está marcado por caixa 2, pagamentos suspeitos a aliados de Lobão, um esquema de mesadas de R$ 900 para 96 moradores de Serra Pelada e a montagem de empresas de fachada no Brasil e no exterior.

Vídeos mostram que os garimpeiros chamam Lobão - que foi ministro entre 2008 e 2010 - de "patrão". "É uma expressão carinhosa", justificou o senador. Procurados na semana passada e segunda para esclarecer o termo de compromisso e conceder cópia do documento, os assessores de imprensa do ministério disseram que não cabia à pasta divulgar o acordo.

Lobão
O ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão responsabilizou seus aliados pelas relações entre garimpeiros de Serra Pelada e a Colossus Minerals Inc. Nessa segunda, Lobão admitiu à reportagem a proximidade com a Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), de quem disse ser "amigo", mas negou influência no contrato fechado com a Colossus. "Se eu os vi (Colossus), não sei de quem se tratava", afirmou.

Ele negou que tenha montado um esquema para comandar a exploração em Serra Pelada. "Eu jamais montei esquema. Defendo os garimpeiros há mais de 20 anos, fui lá inúmeras vezes, defender os garimpeiros, a maioria do meu Estado, o Maranhão", disse. De acordo com ele, o contrato entre a cooperativa e a Colossus para explorar ouro na região já existia quando ele foi nomeado ministro.

"Eu nada tive a ver com esse acordo. Agora, reconheço que com ela, mineradora, ou com outra mineradora, alguma coisa deveria ter sido feita pelo fato de que ficou impossível extrair ouro de Serra Pelada."

terça-feira, 17 de agosto de 2010

GARIMPEIROS ESPULSAM TRABALHADORES DA COLOSSUS MINERALS DE SERRA PELADA

Cerca de mil moradores e garimpeiros insatisfeitos com os atos ali praticados pela COOMIGASP e pela Colossus Minerals paralisaram todo o serviço, colocando os trabalhadores da empresa para correr.


Os garimpeiros e moradores pararam a sonda que fazia pesquisas na área. O equipamento pertence à mineradora canadense Colossus, que recentemente assinou contrato com a Coomigasp, uma das sete cooperativas garimpeiros que possuem direitos de lavra em Serra Pelada. O contrato sofre fortes contestações, inclusive, em nível judiciário.

Segundo fontes presentes ao local, o imbróglio teve início na quinta feira (17) quando chegaram à vila alguns funcionários com muitas máquinas da empresa e começaram a construir o alojamento para os futuros trabalhadores, que deveriam chegar à área de prospecção.

Os moradores e garimpeiros da vila de Serra Pelada não aceitaram a presença dos mesmos, pois, segundo afirmam a empresa não fez qualquer contato com a comunidade para discutir o inicio das obras.

Sabe-se que a empresa tenta a qualquer preço construir condições para alojar seus funcionários que deverão trabalhar na implantação do projeto, contudo, não considera o grande impacto que isto causará na vida daquela comunidade que, até o presente momento, não sabe o que irá acontecer com as cerca de seis mil pessoas que residem na vila, uma vez que a vila fica exatamente entre o Projeto Serra Pelada (Colossus) e Projeto Serra Leste (CVRD).

Todas estas questões culminaram em mais uma ação daquela comunidade que, neste domingo, resolveu se juntar e parar todas as ações da Colossus na área de Serra Pelada.

Desde as primeiras horas da manhã, cerca de mil moradores e garimpeiros ocuparam as sondas de pesquisa da empresa impedindo o seu funcionamento. Tomaram também o controle das máquinas que estavam na vila, além de, segundo as últimas informações, “convidar” os funcionários da empresa que não residem na vila a se retirarem.
Fonte: Zedudu

Canadenses encontram alta concentração de ouro em Serra Pelada

A mineradora canadense Colossus Minerals encontrou dois depósitos inesperados com alta concentração de ouro e platina no seu projeto de Serra Pelada, no Pará, aumentando as expectativas de que existam mais reservas minerais ainda não descobertas na região.

A Colossus informou que os depósitos foram encontrados 150 metros ao norte e 50 metros a oeste da zona central de Serra Pelada. A empresa espera escavar mais profundamente a região onde os depósitos foram encontrados para expandir a exploração, de acordo com a porta-voz da Colossus, Kristen LeBlanc. "Nós seríamos loucos se não explorássemos para verificar o que mais existe lá embaixo. Nossa intenção é avançar e encontrar isso."
Um analista disse que a descoberta de ouro longe da região central de Serra Pelada é uma surpresa. "Nós não esperávamos que houvesse mais reservas por ali. Isso acrescenta tonelagem ao que já havia sido estabelecido. Também é um depósito de um grau muito alto", comentou o analista, que preferiu não se identificar. A empresa já planejava construir uma mina na área. Entretanto, a descoberta torna a mineração nessa região um projeto mais lucrativo, disse o analista

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Agora Garimpeiros saberão a Verdade!

Até que enfim, estamos com o Misterioso contrato que foi firmado entre a Coomigasp e a Colossus nas mãos.Agora os Garimpeiros irão saber quem é o Valder Falcão, e o que ele armou para a Classe Garimpeira, iremos solicitar ajuda de um profissional capacitado, para dirimir todas as dúvidas existentes no contrato, colocar às claras todas as irregularidades existentes, em linguagem não técnicas, para melhor entendimento por partes dos Garimpeiros, e aí sim, vamos ver se o Valder vai ter coragem de se apresentar ainda como salvador da Pátria. Amanhã iremos colocar o contrato na íntegra na Internet, para que todos tenham conhecimentos, e depois de sermos acessorados por especialistas iremos mostrar as irregularidades para todos. Iremos também enviar e-mails para várias autoridades para que tomem conhecimento de tudo que estava sendo armado para os Garimpeiros. Agora temos munição para combater estes pilantras!
postado por edilson vieira às 21:52 0 comentários
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Quando tudo Começou
Como havia prometido,estou divulgando quando começou minha desconfiança da Agasp-Brasil. Em setembro de 2007, quando soube que estavam criando mais uma associação, e que o mentor de tudo seria o Jornalista Toni Duarte, pessoa de passado duvidoso, enviei-lhe um E-mail mostrando minhas desconfianças de que aquilo seria mais uma associação para ludibriar os Garimpeiros. Vejam na íntegra o teor de minha mensagem na época. De: Edilson Vieira [mailto: edilson@realnorte.com.br]Enviada em: sexta-feira, 14 de setembro de 2007 09:35Para: Antônio Carvalho DuarteAssunto: Agasp