"Não existe corrente forte com elos fracos"

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

análise crítica sobre reeleição da coomigasp

COOMIGASP convoca AGO para 29.01.2012
postado por João Lepos
2011-12-31 16:19

O Presidente da COOMIGASP em 28/12/2011 baixou Edital de Convocação de Assembléia Geral Ordinária a realizar-se no dia 29 de janeiro próximo. Na Ordem do Dia do referido Edital, consta: Prestação de Contas do exercício de 2011; Eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal; e, Eleição e posse dos membros do Conselho de Administração

O Presidente Gessé Simão, desde agosto último, lançou sua candidatura e vem trabalhando pela sua reeleição. No seu estilo despótico, usa da máquina administrativa da COOMIGASP e recursos financeiros da enidade, tudo faz para se manter no cargo a qualquer custo. Divulga suas “idéias” nas principais cidades do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, através da realização de falsas pre-assembléias (na realidade são reuniões). “Uma pré-assembléia obrigatòriamente será realizada na Delegacia Regional, para discutir e deliberar previamente, os mesmos assuntos que constam na Ordem do Dia do Edital de Convocação da Assembléia Geral que será realizada em data preestabelecida.

Portanto, as pré-assembléias deverão ocorrer depois da publicação do Edital de Convocação e antes da realização da Assembléia Geral principal. No referido Edital de Convocação, além das informações de praxe, deverão constar as datas de realização das respectivas pré-assembléias, sempre em obedeiência à Ordem do Dia do Edital de Convocação.

Conforme visto, o Presidente da COOMIGASP teria que estar apresentando, discutindo e deliberando nas Delegacias Regionais, os assuntos da Ordem do Dia do Edital de Convocação da Assembléia Geral Ordinária convocada para ser realizada no dia 29/01/2012, ou seja, as pré-asssembléias deveriam estar debatendo e votando a Prestação de Contas do exercício de 2011. Da mesma forma, nas Delegacias deveriam estar acontecendo a votanção nas chapas dos concorrentes aos cargos do Conselho Fiscal e do Conselho de Administração da COOMIGASP.

Também, estão divulgando a retirada de 7% do resultado da produção mineral que afirmam constar no Estatuto Social da COOMIGASP. Mais uma mentira, não há no Estatuto Social, referencia a desconto de 7% da produção para manter despesas da COOMIGASP. Precisam explicar melhor a criação da HOLDING. Ações e cooperativa não combinam, são incompatíveis. A distribuição de ações aos associados na forma proposta, além de ilegal, gera mais insegurança aos associados, desestabiliza a COOMIGASP e contraria a CLÁUSULA PRIMEIRA do Termo de Compromisso, que não admite qualquer possibilidade de diluição abaixo de 25% de participação da COOMIGASP na SPCDM. A Holding serve apenas para confundir ainda mais os garimpeiros.

Mais uma vêz repito, criaram as Delegacias sòmente para manipular e enganar os associados. Com alto custo, estão endividando ainda mais a COOMIGASP. Com dinheiro dos garimpeiros estão tomando o patrimônio dos próprios garimpeiros.

A esperança agora está nas mãos dos associados. Dia 29 próximo haverá eleição. A sociedade tem a oportunidade de acabar com a desastrosa administração do Gessé Simão. O próximo mandato será de 4(quatro) anos, tempo suficiente para, se escolhermos mal, perder de vêz nossa mina para os canadenses, ou, se soubermos escolher, poderemos promover mudanças no contrato, incluindo maior paraticipação, benefícios e segurança para os associados da COOMIGASP.

NO DIA 29, A DECISÃO É SUA. VOCÊ PODE FAZER A DIFERENÇA. VOTE PELA MUDANÇA.

DESEJAMOS A TODOS UM FELIZ 2012 COM SAÚDE, PAZ E PROSPERIDADE. FELIZ ANO NOVO COMPANHEIROS.

Leia mais: http://www.joaolepos.com/news/coomigasp-convoca-ago-para-29-01-2012/
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análise da eleição da Coomigasp.

AGO COOMIGASP - ELEIÇÃO
2012-02-09 19:29

“Em tempo algum, a COOMIGASP viveu dias de tanta truculência e autoritarismo. A ânsia de permanecer no poder levou o maior ditador dentre os ditadores que passaram pela Presidencia da COOMIGASP e seus mais obedientes e leais seguidores, a usar de todas as artimanhas e meios ilegais para eliminar a única chapa de opsição inscrita para concorrer na eleição realizada no dia 29/01/2012”.

No dia 28/12/2011 o Presidente da COOMIGASP assinou Edital de Convocação para realização de Assembléia Geral Ordinária – AGO, no dia 29/01/2012. Na Ordem do Dia do referido Edital constava Prestação de Contas, Eleição do Conselho Fiscal e Eleição do Conselho de Administração.

Dentro do prazo estipulado para inscrição, a Comissão Eleitoral recebeu e conferiu todos os documentos exigidos pelo Estatuto Social da COOMIGASP para REGISTRO DE CHAPA, conforme requerimento recibado às 9 horas e 4 minutos do dia 19/01/2012, pelo Presidente da Comissão Eleitoral.

A Chapa nº 2 foi protocolada com a seguinte composição: Diretor Presidente - Antonio Ferreira Milhomem; Diretor Administrativo – João Amaro Lepos; Diretor Financeiro – Antonio Barros da Silva; Diretor de Produção – Benedito Silva dos Santos e os Diretores Vogais: Leônidas Sérgio de Oliveira, José Eliedilson Brito e Joel Batista Alves.

No dia 23/01/2012, a Comissão Eleitoral comunicou ao Candidato Antonio Milhomem, informando-lhe sobre pendências de alguns candidatos que poderiam inviabilizar o registro da Chapa nº 2, conforme abaixo descritas:

João Amaro Lepos - Ação contra a Cooperativa na Justiça Federal de Marabá e Ação na Comarca de Curionópolis. Antonio Barros da Silva – Falta Histórico Escolar e Ação contra a Cooperativa. José Eliedilson Brito – Falta de Histórico Escolar. Foi apresentado de imediato, sendo solucionado no mesmo dia, ou seja, em 23/01/2012. Joel Batista Alves – Falta de Histórico Escolar. A Comissão Eleitoral fixou prazo até as 17 horas do dia 25/01/2012, para solução das citadas pendências.

Apesar das exigências não constarem do Estatuto Social da COOMIGASP, às 15 horas e 30 minutos de 25/01/2012, os candidatos compareceram na sala da Comissão Eleitoral munidos com seus respectivos documentos sanando as pendências exigidas, ou seja, CERTIDÃO CÍVEL NEGATIVA constatando NADA CONSTA da Justiça Federal de Marabá e Comarca de Curionópolis, Histórico Escolar. Tudo conforme exigido.

Com a decisão da Direção da COOMIGASP de não aceitar a homologação da Chapa nº 2, os membros da Comissão Eleitoral, incluídos na folha de pagamento da COOMIGASP, subservientes do Presidente e da Diretoria, orientados pelo Advogado da COOMIGASP, se negaram a receber os documentos anteriormente exigidos através de comunicação escrita e por todos assinada.

Conforme previsto, no dia 26/01/2012, a Comissão Eleitoral confirmou o INDEFERIMENTO DA CHAPA Nº 2, negando toda e qualquer opção de voto aos milhares de associados insatisfeitos que não queriam a permanência de Gessé Simão na Presidencia da COOMIGASP.

Sem concorrente, a eleição ocorreu conforme programado pelos partidários do perverso sistema. A administração da eleição foi realizada pela Comissão Eleitoral, Diretores e funcionários da COOMIGASP. Sem chapa concorrente, não houve fiscalização. Durante a votação, não houve assinatura na lista dos votantes, portanto não houve controle dos votantes. Num sistema muito frágil, sujeito a fraudes, a eleição foi realizada deixando margem a muitas dúvidas. Depois do término da apuração dos votos foI obtido o seguinte resultado:



VOTOS


CONSELHO FISCAL


%


CONSELHO ADMINISTRATIVO


%

SIM


2.369


65,46


2.499


68,99

NÃO


777


21,47


737


20,35

BRANCOS


253


6,99


194


5,36

NULOS


220


6,08


192


5,30

TOTAL


3.619


100,00


3.622


100,00

ANÁLISE DOS NÚMEROS

De acordo com o resultado acima, podemos afirmar que é grande a insatisfação entre os associados da COOMIGASP. Na eleição de 2009, Gessé Simão disputou a eleição com mais dois candidatos, obteve mais de 91% dos votos dos 4.565 associados que paarticiparam da Assembléia. Nesta eleição (2012), sem concorrente, disputou contra seus próprios atos. Pesou no resultado da eleição, os que votaram SIM (68,99%) pela troca de favores, pela ajuda financeira. Com recursos repassados pela COLOSSUS provenientes dos prêmios dos associados e desviados para fins ilícitos, o Presidente Gessé os distribui descontroladamente conforme seus interêsses e conveniência.

Os insatisfeitos que compareceram às urnas (31,01%) votaram: NÃO (20,35%), BRANCOS (5,36%), NULOS (5,30). Houve também, os milhares de insatisfeitos que compareceram à Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária, prestigiaram a votação por aclamação, porém, por não querer votar em Gessé, não participaram na votação secreta, caracterizando grande ABSTENÇÃO. Houve ainda, os milhares de insatisfeitos que por não haver uma segunda opção de Candidato, não compareceram à Assembléia Geral.

Conforme análise acima, apenas 3.622 associados (9,7%) do Quaddro Social, se dispuseram de alguma forma, votar na eleição para eleger o Presidente. Assim como, apenas 2.499 associados da COOMIGASP (6.7%), de alguma forma, por esse ou aquele interêsse, votaram em Gessé Simão.

Por mais otimismo que fingem demonstrar, sabem que a situação atual da administração da COOMIGASP é no mínimo preocupante, falta nesste momento, AÇÃO DA SOCIEDADE.

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

GARIMPEIROS DE SERRA PELADA PREOCUPADOS COM OS LUCROS DA MINA

Publicado em 13/02/2012/ segunda-feira.
Por Toni Duarte
“O que diabo significa mútuo?” O questionamento é de um velho e cansado garimpeiro ao ouvir essa palavra repetidas por dezenas de vezes por diretores da Coomigasp quando justifica o dinheiro repassado pela Colossus à cooperativa para que a mesma realize suas assembléias.
O Código Civil de 2002, em seu Capítulo VI, trata dos contratos de empréstimo, palavra derivada do latim promutuari, que, segundo De Plácido e Silva, em sua obra Vocabulário Jurídico (Vol. II, 5ª ed, 1978, pág. 593), significa emprestar, exprimindo: “... cedência de uma coisa ou bem, para que outrem a use ou dela se utilize, com obrigação de restituí-la, na forma indicada, quando a pedir o seu dono ou quando terminado o prazo de concessão”.
Trocado em miúdo, o que a Colossus deseja é que, tudo que foi repassado até agora, os garimpeiros venham a lhe restituir com juros e correção monetária. Pelo menos é isso que a Colossus acha que terá que ser quando a mina começar a produzir. A Agasp Brasil entende que não. A nossa negativa está apoiada pelo que destaca o parágrafo único da cláusula primeira do TAC, ajustado no dia 4 de maio de 2010, dentro do Ministério de Minas e Energia, senão vejamos: “A Colossus compromete-se a alterar o item 6.7 do Terceiro Aditivo e Re-ratificação do Contrato de Parceria para o Desenvolvimento de Empreendimento de Mineração, de forma que a participação de 25% (vinte e cinco por cento) da Coomigasp seja livre de qualquer reembolso e pagamentos à Colossus pelos investimentos feitos até a implantação da mina pela Colossus em nome da Coomigasp”.
Portanto, o dinheiro repassado foi na sua grande maioria para resolver algumas situações de interesse da própria Colossus o que consideramos como investimentos. Claudio Mancuso, presidente e Chief Executive Officer da canadence insistir que irá cobrar tudo. Não vai. Esse é um dos pontos que deverão ser discutidos dentro do Ministério de Minas e Energia, que, a pedido da Agasp Brasil, diretamente ao ministro Edison Lobão, deverá convocar para esta semana ou para a semana seguinte ao carnaval, os dirigentes da Colossus e da Coomigasp para um debate sobre assuntos gerais da parceria. “A minha luta sempre foi a de proteger os interesses dos garimpeiros”, deixou claro o ministro ao determinar que o secretário de Geologia e Transformação Mineral, Claudio Scliar, se cercasse de todas as garantias de que a parceria vai indo bem e que não ameace qualquer prejuízo aos garimpeiros.
E são justas as preocupações do ministro Lobão, da Agasp Brasil e dos garimpeiros, sócios da Coomigasp, donos dos 25% da produção da mina. Afinal, já se passaram 5 anos do início da parceria e, até agora, os garimpeiros não viram a cor de um centavo sequer. Sabe-se, por exemplo, que a Colossus tem repassado dinheiro para custear as Assembleias Gerais, que são realizadas, em geral, para formalizar e resolver assuntos do interesse da própria Colossus e da SPCDM.
A maior preocupação do povo garimpeiro é com a falta de informações. A Colossus, que, na prática, se apossou da mina, não diz a data certa de quando a produção irá iniciar e, o que é pior, não se sente na obrigação de dar satisfações ao conjunto dos garimpeiros. O que os sócios da Coomigasp não aceitam é que esses valores venham a ser amanhã descontados dos dividendos que lhes cabem na distribuição dos lucros da mina de Serra Pelada.
Até porque essas famílias estão a esperar pacientemente o inicio da produção que a Colossus jura que irá acontecer ainda este ano. O que a Agasp Brasil mais deseja dessa parceria, que sempre apoiou, é que esse sonho não se transforme em pesadelo ou que não cheguem aos irmãos garimpeiros os resultados prometidos. E é em respeito à luta e aos apelos desses bravos trabalhadores que eu, como presidente da Agasp Brasil, me sinto compelido a fazer essas cobranças.
Daí a importância do pleito que fizemos ao ministro Edison Lobão ao pedir a intercessão do Ministério de Minas e Energia para observar se a relação de parceria entre Coomigasp e Colossus caminha conforme encontra-se compactuado no TAC. Agora, toda a atenção terá que ser redobrada daqui por diante. Se não pela atual diretoria recém-eleita da Coomigasp, mas pela sociedade através da sua Agasp Brasil, intransigente defensora do povo garimpeiro.
Ainda mais que o presidente da SPCDM, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, tem sido muito arredio quando o assunto é o resultado das pesquisas feitas até agora. O papel da Agasp Brasil, como avalista histórica dessa luta, será o de cobrar, com firmeza, que a parceria Coomigasp /Colossus seja realmente boa para os garimpeiros. Afinal de contas, parceiros são apenas parceiros, negócio à parte.

GOVERNO FEDERAL VAI APERTAR A COLOSSUS

Publicado em 24/02/2011/sexta-feira.
Por Agasp Brasil
O secretário de Geologia e Transformação Mineral, Claudio Scliar (foto) , disse ontem que o Ministério de Minas e Energia não irá permitir qualquer tentativa de diluição dos 25% que os garimpeiros terão direito com a produção da mina de Serra Pelada e que exigirá da empresa canadense Colossus Minerals, parceira da Coomigasp, o total cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
O secretário Scliar convocou para o próximo dia 1º de março, às 11 horas, o presidente da Colossus, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, e o presidente da Coomigasp, Gesse Simão de Melo, ambos para uma reunião no MME em Brasília. As providências do Ministério de Minas e Energia neste sentido foi para atender a uma solicitação da Agasp Brasil, que pediu diretamente ao ministro Edison Lobão que exigisse informações a Colossus sobre a data certa do inicio da produção da mina, prometida para este ano de 2012, e cobrasse os relatórios atualizados dos resultados das pesquisas realizadas na área dos 100 hectares da cooperativa. Essas informações vinham sendo negadas pelo grupo canadense ao ignorar os pedidos feitos pela cooperativa.
“Temos o dever e a obrigação de não deixar que os garimpeiros de Serra Pelada tenham seus ganhos reduzidos por conta dos investimentos feitos pela Colossus”, disse Claudio Scliar diretamente ao presidente da cooperativa, Gesse Simão, durante um encontro ocorrido ontem pela manhã no quarto andar do MME.
DINHEIRO ANTECIPADO
O secretário Claudio Scliar foi taxativo ao afirmar que a Colossus terá que garantir um adiantamento antecipado aos garimpeiros até que a produção da mina se concretize. A cobrança por uma antecipação aos garimpeiros sócios da Coomigasp foi defendida pela Agasp Brasil durante as pré-assembleias ocorridas nos dois meses que antecederam a grande assembleia-geral que elegeu a nova diretoria da cooperativa em 29 de janeiro passado. O assunto vai fazer parte da pauta da reunião do próximo dia 1º. O secretario Scliar tem o mesmo entendimento da Agasp Brasil. “Se o Projeto de Desenvolvimento Mineral de Serra Pelada, tocado pela SPCDM, conseguiu captar alguns milhões de dólares junto à Bolsa de Toronto nos últimos quatro anos, como os garimpeiros sócios da cooperativa não podem, também, ter um dinheiro antecipado antes da produção da mina?”, questionou.
COMISSÃO FISCALIZADORA
Tudo indica que também seja acertado entre o governo e a parceria Coomigasp/Colossus a formação imediata de uma comissão de fiscalização e controle das obras de implantação da mina de Serra Pelada. O MME não aceita que apenas os técnicos e funcionários da Colossus tenham pleno acesso ao túnel enquanto esse mesmo direito é vedado aos demais diretores da cooperativa. Na concepção da Colossus, apenas o diretor de produção da Coomigasp, garimpeiro sem nenhum conhecimento na área da geologia e da mineração, tem a permissão de adentrar na área. A ideia do Ministério de Minas e Energia é formar a comissão fiscalizadora constituída por diretores e dirigentes da Agasp Brasil, Singasp , além de um geólogo ligado ao Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM.
QUEM NÃO SE COMUNICA, SE TRUMBICA
A relação entre garimpeiros e Colossus azedou com a entrada de Paulo de Tarso (foto), como chefe de operações da mina, contratado que foi em maio do ano passado pela empresa canadense. Para os garimpeiros, ele é uma incógnita. Diferente de todos os outros diretores que já passaram pela Colossus, Paulo de Tarso nunca se aproximou do povo garimpeiro nem mesmo numa única reunião da Coomigasp eventualmente realizada em Curionópolis. Lá, ele não comparece nem mesmo para atender aos pedidos do presidente da cooperativa Gesse Simão. Um ato deselegante por parte do parceiro, comportamento de quem não tem a dar realmente nenhuma satisfação aos proprietários da mina. Pelo menos, aos proprietários brasileiros.
Isso é uma lástima. A SPCDM, empresa criada pela Coomigasp e pela Colossus, que toca a implantação da mina, e que irá explorar o ouro existente na área dos 100 hectares, continua fechadíssima dentro do canteiro de obras. Ninguém entende por que a SPCDM não possui sequer um site e uma política de comunicação externa como a maioria das grandes e sérias empresas que atuam em todo o mundo. O Grupo EBX, pertencente ao empresário brasileiro Eike Batista, cada uma de suas 12 empresas possui um site de informações. A Vale, o Grupo Votorantim, a Andrade Gutierrez e a Mineração Fazenda Brasileio, em Teofilândia, na Bahia, da canadense Yamana Gold Inc, em que o Sr. Paulo de Tarso já trabalhou, podem ser encontradas na internet com informações sobre as suas respectivas atividades. A SPCDM, não. O engenheiro gaúcho Paulo de Tarso Serpa Fagundes e a própria Colossus terão que mudar esse arcaico conceito fechado de que só interessa para eles se comunicarem, em inglês canadense, com as velhinhas aposentadas que costumam investir o dinheiro que tem na bolsa de valores de Toronto. A continuar assim, vai terminar quebrando com o projeto.
PÁRA COM ISSO, JAIRO!!!
O diretor jurídico da Coomigasp, Jairo Leite, anda reclamando por aí das posições tomadas pela Agasp Brasil ao cobrar da Colossus informações sobre o tamanho real da mina e a data certa do inicio da produção do ouro de Serra Pelada. Jairo acha que não temos nada com isso quando defendemos os garimpeiros. Temos sim! O companheiro Jairo devia era agradecer a Agasp por está fazendo um papel que deveria ser o dele, já que é um dos membros representantes da Coomigasp no conselho deliberativo da SPCDM.
PRÉ-ASSEMBLÉIA DA COOMIC
Devido às fortes chuvas que caem no interior do Pará, deixando as rodovias em estado deplorável, o presidente da Coomic, Raimundo Lopes, resolveu cancelar a primeira pré-assembleia de Altamira, que estava marcada para este domingo. O presidente da Coomic manteve as pré-assembleias de Breu Branco, que acontecerá no dia 27 (segunda-feira), às 15 horas; Goianésia, dia 28, (quarta-feira), às 09 horas; Jacundá, às 15 horas, e, no dia seguinte, em Rondon, às 9 horas.
Raimundo Lopes convocará para o dia 25 de março a assembléia geral para prestação de contas e eleição do novo Conselho Fiscal da cooperativa. Os líderes garimpeiros Francisco Correia Oliveira, que irá disputar a presidência do Conselho Fiscal, além de Paulo Dorta da Silva e Vicente Araujo, que integrarão a chapa, têm o apoio amplo da sociedade. O presidente anunciou ainda que está previsto para o inicio do mês de março o processo de sondagens geológicas na área dos 629 hectares da Cutia, cujo trabalho será realizado pela parceira Grifo Geologia e Participações. O presidente da Agasp Brasil, Toni Duarte, e o presidente do Singasp, Raimundo Benigno, estarão presentes nas pré-assembléias da Coomic.

GARIMPEIRO NÃO É BESTA NÃO, SEU MOÇO!

Publicado em 25/02/2012/sábado.

Por Agasp Brasil

Como captar recursos na bolsa de Toronto sem a estimativa comprovada da reserva mineral da mina de Serra Pelada, já que essa é a principal exigência para angariar o dinheiro? Uma pergunta para gringo responder.

Repercutiu positivamente no meio garimpeiro a decisão do Ministério de Minas e Energia em convocar para o próximo dia 1º de março o diretor executivo de operações da Colossus, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, para dar explicações sobre a parceria feita com a Coomigasp, bem como sobre o andamento das obras de implantação da mina de Serra Pelada.

Os garimpeiros comemoraram o fato de a Agasp Brasil ter se empenhado junto ao MME, solicitando diretamente ao ministro Edison Lobão que exigisse da Colossus os relatórios atualizados da reserva mineral e o prazo da produção da mina, prometido para este ano de 2012. Mas a pauta de questionamentos será muito mais ampla do que se imagina. O TAC assinado entre os representantes da Colossus e da Coomigasp junto ao governo federal será a principal cartilha que norteará a condução da reunião.

SEM AUDITORIA

De 04 de maio de 2010 até a presente data, a SPCDM, empresa constituída pela Coomigasp e Colossus, ainda não realizou uma auditoria de sua contabilidade e das demonstrações financeiras por uma das cinco maiores empresas de auditoria do mundo. A regra está estabelecida no parágrafo primeiro da segunda cláusula do Termo de Compromisso. Essa é uma das principais exigências do documento. Se a Colossus até agora não fez isso, por seu lado, a Coomigasp comete a negligência de não ter pedido informações ou não ter examinado as contas e balanços financeiros, ou mesmo qualquer outro documento da SPCDM , conforme lhe dá direito o parágrafo segundo da mesma cláusula do TAC. Gesse anunciou em Brasília que fará isso agora.

BAMBURRO NA BOLSA

Quando for perguntado para o COO Paulo de Tarso, recém-contratado pela Colossus para atuar em Serra Pelada, sobre o quantitativo captado na bolsa de Toronto nos últimos cinco anos, talvez ele não saiba responder a cifra exata. Foram 700 milhões ou 800 milhões de dólares canadenses? Como captar recursos na bolsa de Toronto sem a estimativa comprovada da reserva mineral da mina de Serra Pelada, já que essa é a principal exigência para angariar o dinheiro? Só a Colossus acha que podem existir dois mundos. As informações sonegada ao mundo daqui pode servir para especular no mundo de lá. Talvez seja esse o único motivo que está levando a empresa parceira dos garimpeiros a não afirmar com certeza se a produção da mina irá mesmo acontecer em 2012. No exterior, o Sr. Claudio Mancuso, Diretor Presidente (CEO)da Colossus, não esconde que a produção da mina de Serra Pelada irá acontecer somente em 2013. Para os garimpeiros, essa dúvida não pode permanecer.

DINHEIRO ANTECIPADO

O jogo da desinformação ou da não informação correta, que deve permear todo grande empreendimento, pode sair muito caro para a Colossus. O secretário Claudio Scliar incorporou o mesmo desejo da Agasp Brasil de que, se não houver produção este ano, os gringos controladores da Colossus terão que bancar um adiantamento em dinheiro aos 38 mil garimpeiros acionistas da SPCDM. É justo. Essa imposição social será a grande arma para saber se realmente a Colossus está querendo mesmo implantar uma mina, e aí terá que dar uma prova afirmativa, ou estaria apenas a especular na bolsa utilizando o nome do distrito mineral de Serra Pelada. Esse é o grande antídoto que fará aparecer a verdade.

CONSELHO FISCAL DE OLHO NAS CONTAS DA SPCDM



O presidente do Conselho Fiscal da Coomigasp, Nilbert Santos (foto), anunciou ontem no final da tarde que expedirá oficio no dia 1º de março ao Diretor Executivo de Operações da SPCDM, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, solicitando cópia dos balancetes financeiros dos dois últimos anos correspondentes aos exercícios de 2010 e 2011. Ele disse em não acreditar que esse seu pedido seja negado pela direção da S.A., uma vez que esse direito está estabelecido pelo TAC, em seu parágrafo segundo da cláusula primeira, que dá o direito à Coomigasp, a qualquer tempo, de pedir informações a administração da Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral ou examinar suas contas e quaisquer documentos que considerar pertinentes. “Como presidente do Conselho Fiscal da cooperativa, acreditamos que também temos essa prerrogativa e, além do mais, temos a obrigação e a responsabilidade de acompanhar de forma prévia o que está sendo aportado em nome da cooperativa”, disse Nilbert Santos. Ele elogiou a atitude de Gesse Simão em fazer o mesmo.

GARIMPEIRO NÃO É BESTA NÃO, SEU MOÇO!

Publicado em 25/02/2012/sábado.

Por Agasp Brasil

Como captar recursos na bolsa de Toronto sem a estimativa comprovada da reserva mineral da mina de Serra Pelada, já que essa é a principal exigência para angariar o dinheiro? Uma pergunta para gringo responder.

Repercutiu positivamente no meio garimpeiro a decisão do Ministério de Minas e Energia em convocar para o próximo dia 1º de março o diretor executivo de operações da Colossus, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, para dar explicações sobre a parceria feita com a Coomigasp, bem como sobre o andamento das obras de implantação da mina de Serra Pelada.

Os garimpeiros comemoraram o fato de a Agasp Brasil ter se empenhado junto ao MME, solicitando diretamente ao ministro Edison Lobão que exigisse da Colossus os relatórios atualizados da reserva mineral e o prazo da produção da mina, prometido para este ano de 2012. Mas a pauta de questionamentos será muito mais ampla do que se imagina. O TAC assinado entre os representantes da Colossus e da Coomigasp junto ao governo federal será a principal cartilha que norteará a condução da reunião.

SEM AUDITORIA

De 04 de maio de 2010 até a presente data, a SPCDM, empresa constituída pela Coomigasp e Colossus, ainda não realizou uma auditoria de sua contabilidade e das demonstrações financeiras por uma das cinco maiores empresas de auditoria do mundo. A regra está estabelecida no parágrafo primeiro da segunda cláusula do Termo de Compromisso. Essa é uma das principais exigências do documento. Se a Colossus até agora não fez isso, por seu lado, a Coomigasp comete a negligência de não ter pedido informações ou não ter examinado as contas e balanços financeiros, ou mesmo qualquer outro documento da SPCDM , conforme lhe dá direito o parágrafo segundo da mesma cláusula do TAC. Gesse anunciou em Brasília que fará isso agora.

BAMBURRO NA BOLSA

Quando for perguntado para o COO Paulo de Tarso, recém-contratado pela Colossus para atuar em Serra Pelada, sobre o quantitativo captado na bolsa de Toronto nos últimos cinco anos, talvez ele não saiba responder a cifra exata. Foram 700 milhões ou 800 milhões de dólares canadenses? Como captar recursos na bolsa de Toronto sem a estimativa comprovada da reserva mineral da mina de Serra Pelada, já que essa é a principal exigência para angariar o dinheiro? Só a Colossus acha que podem existir dois mundos. As informações sonegada ao mundo daqui pode servir para especular no mundo de lá. Talvez seja esse o único motivo que está levando a empresa parceira dos garimpeiros a não afirmar com certeza se a produção da mina irá mesmo acontecer em 2012. No exterior, o Sr. Claudio Mancuso, Diretor Presidente (CEO)da Colossus, não esconde que a produção da mina de Serra Pelada irá acontecer somente em 2013. Para os garimpeiros, essa dúvida não pode permanecer.

DINHEIRO ANTECIPADO

O jogo da desinformação ou da não informação correta, que deve permear todo grande empreendimento, pode sair muito caro para a Colossus. O secretário Claudio Scliar incorporou o mesmo desejo da Agasp Brasil de que, se não houver produção este ano, os gringos controladores da Colossus terão que bancar um adiantamento em dinheiro aos 38 mil garimpeiros acionistas da SPCDM. É justo. Essa imposição social será a grande arma para saber se realmente a Colossus está querendo mesmo implantar uma mina, e aí terá que dar uma prova afirmativa, ou estaria apenas a especular na bolsa utilizando o nome do distrito mineral de Serra Pelada. Esse é o grande antídoto que fará aparecer a verdade.

CONSELHO FISCAL DE OLHO NAS CONTAS DA SPCDM



O presidente do Conselho Fiscal da Coomigasp, Nilbert Santos (foto), anunciou ontem no final da tarde que expedirá oficio no dia 1º de março ao Diretor Executivo de Operações da SPCDM, Paulo de Tarso Serpa Fagundes, solicitando cópia dos balancetes financeiros dos dois últimos anos correspondentes aos exercícios de 2010 e 2011. Ele disse em não acreditar que esse seu pedido seja negado pela direção da S.A., uma vez que esse direito está estabelecido pelo TAC, em seu parágrafo segundo da cláusula primeira, que dá o direito à Coomigasp, a qualquer tempo, de pedir informações a administração da Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral ou examinar suas contas e quaisquer documentos que considerar pertinentes. “Como presidente do Conselho Fiscal da cooperativa, acreditamos que também temos essa prerrogativa e, além do mais, temos a obrigação e a responsabilidade de acompanhar de forma prévia o que está sendo aportado em nome da cooperativa”, disse Nilbert Santos. Ele elogiou a atitude de Gesse Simão em fazer o mesmo.

Garimpeiro inconformado por ter sido feito de otário! Vamos cobrar !isto não vai cair no esquecimento !!! !

Alerta geral de quanto existiu e existe de mentira dentro desta parceria colosus x coomigasp como é que foi celebrado um mega contrato entre duas empresas de grande porte de um lado uma empresa internacional, do outro a maior cooperativa da Brasil, como é o caso, é claro e evidente que a coomigasp como defensora do patrimônio dos garimpeiros errou em não contratar um corpo jurídico competente e independente da Colossus o que não aconteceu . o atual assessor da coomigasp faz jogo duplo claramente,diante disto o que aconteceu de prejudicial com este erro “grosseiro “ ,surgi nesse meio uma simples a palavra na retificação do contrato, uma simples palavra[mútuo] que é facilmente interpretada seja através de dicionário, ou via Google ,ou até mesmo consultando com quem sabe, o tal significado é [contrato que se empresta um objeto que deve ser restituído no mesmo gênero quantidade e qualidade.] "os representantes" dos farimpeiros leram e assinaram o contrato sem se preocupa ou seja brincaram! ,Agora querem colocar a culpa em quem ? tudo leva a crê que que este erro foi de propósito.Analisem comigo senhores pensantes!O mais curioso que nem a acessoria jurídica da coomigasp representada pelo Dr. Jairo leite, nem o presidente da coomigasp Gesse Simão nosso representante e , principalmente o toni Duarte “marqueteiro” que se diz saber tudo!vive invocando palavras do dicionário “Defensor dos garimpeiros” não se empenharam e alertaram que isto iria dar problema no futuro como deu em não terem decifrado o tal significado da árdua e tão cara palavra [mútuo ] o que custou para nós garimpeiros?muito caro, A perca de 24% ou seja a metade dos nossos direitos ,sumiu como fumaça.o curioso que este mesmo advogado continua prestando assessoria dentro da nova empresa SPDM o que podemos esperar de bom desta quadrilha. A justiça e o ministério publico Federal , como fiscal da LEI e representante do cidadão Brasileiro. não pode aceita que esses acontecimento caia no esquecimento para que o cidadão de bem não fiquem com a má sensação de que o Brasil é o pais campeão da impunidade.

postado por:Roberto Alves de Oliveira -Porto Alegre RS
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